Chegada no aeroporto de Bogotá: Táxi, casas de câmbio e caixas eletrônicos

Postado por em 5 de junho de 2012 - Atualizado em 4 de junho de 2012

Assim que você desembarca no Aeroporto El Dorado, em Bogotá, já se depara com casas de câmbio ainda na área de retirada de bagagem. O que está ali aparentemente para facilitar, pode ser um dos primeiros pequenos golpes que é comum levarmos na capital colombiana, já que as taxas de câmbio te deixam em desvantagem. Assim, suas verdinhas podem acabar valendo muito menos pesos do que deveriam.

Aeroporto El Dorado de Bogotá (Foto: Esse Mundo É Nosso)

A dica é sair do desembarque, o que te leva para o meio da rua, dar a volta à esquerda e procurar as casas de câmbio no saguão do aeroporto. Ali também, só que no segundo andar, perto dos portões de embarque, ficam os caixas eletrônicos dos principais bancos. Como eu costumo sacar direto da conta corrente na moeda local, utilizei o serviço que é interligado às principais redes, como VisaPlus e Cirrus.

Aeroporto El Dorado de Bogotá (Foto: Esse Mundo É Nosso)

De volta ao lado de fora do aeroporto, não aceite nenhum tipo de assédio de traslado até seu hotel. Passe pela saída do desembarque e vire à direita. Ali, escondido num cantinho do lado de fora do aeroporto, está o guichê oficial de táxi. É bem simples utilizar o serviço, já que você dá seu endereço de destino e a atendente emite um bilhete com o valor que você deve pagar ao taxista. Ou seja, você já sai do aeroporto sabendo o valor da corrida.

Aeroporto El Dorado de Bogotá (Foto: Esse Mundo É Nosso)

Aeroporto El Dorado de Bogotá (Foto: Esse Mundo É Nosso)

Tabela dos táxis de Bogotá (Foto: Esse Mundo É Nosso)Uma dica importante para não cair em outro daqueles pequenos golpes que citei é entender que os táxis de Bogotá utilizam uma tabela, já que a moeda local tem muitos zeros (uma corrida até La Candelária, no Centro Histórico, sai por mais ou menos 25.000 pesos – US$13, por exemplo).

Como o taxímetro não usa tantos zeros, os números são mostrados em dezenas e centenas. Então, se no taxímetro está marcando, por exemplo, 94, não quer dizer que você tenha que pagar 94.000 pesos, pelo contrário, este valor na tabela será “beeeem” menor. Mas alguns taxistas usam de má fé para fisgar os turistas que ainda não entenderam como funciona a relação tabela e taxímetro. Portanto, quando chegar ao destino, consulte o valor que marca o reloginho e veja quanto isso corresponde em dinheiro na tabela que normalmente fica fixada atrás do banco do passageiro ou na janela.

Tirando essa “aclimatização” à capital colombiana, é só curtir as atrações imperdíveis de Bogotá!

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